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Tipo Jornal #2 | Trabalho, fé e despejo

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Enquanto o Congresso garante a própria folga, famílias da Favela do Moinho convivem com demolições, escuridão e medo.No Tipo Jornal #2, trabalho de mulheres negras, fé, futebol e direito à cidade revelam quem continua pagando a conta dos absurdos nacionais.Aymê Brito abre o episódio a partir da morte de Berenice Ramos de Aguiar para perguntar: quanto valem a vida e o trabalho de uma mulher negra no Brasil?No resumão da quinzena, passamos pela Copa do Mundo, pela bolha de calor em pleno inverno, pelo vazamento de vapores tóxicos em Manaus, pelo mascote milionário de São Paulo, pelo recesso do Congresso e por outras contradições de um país que sempre encontra tempo e dinheiro — só não para todo mundo.No Saia Rodada, Iyalorisa Omilade e Andressa Oliveira, do Comitê de Evangélicas da Marcha das Mulheres Negras, colocam diferentes experiências religiosas em diálogo. A conversa atravessa racismo religioso, liberdade de fé, responsabilidade histórica das igrejas cristãs e a disputa política pelo eleitorado religioso.No Vira Casaca, Mariane Barbosa mostra por que talvez o Brasil já seja o país do futebol feminino, embora ainda não trate suas jogadoras como se soubesse disso.Na Favela do Moinho, Pedro Borges acompanha o que restou do território e ouve Dona Maria de Fátima e Alexsandra Aparecida. Elas relatam falta de luz, demolições constantes, riscos provocados pelos escombros, insegurança e a luta por uma moradia digna no centro de São Paulo.Mateus Fernandes (@omateuso) também participa do episódio com uma reflexão sobre a pausa do Congresso e a habilidade dos parlamentares de garantir a própria folga enquanto quem trabalha seis dias para descansar um continua esperando.Fortaleça a Alma PretaAssine nossa newsletter: https://almapreta.com.br/newsletter/Apoie o jornalismo negro, independente e periférico: https://www.catarse.com.br/financie_alma_preta/subscribe/plansO Tipo Jornal é a revista quinzenal da Alma Preta que tenta organizar os absurdos do Brasil antes que apareçam mais três. A cada 15 dias, Aymê Brito mistura notícias, dados, investigação, cultura e esporte sob uma perspectiva negra e periférica, com análise crítica, humor e o deboche necessário.Site: http://almapreta.com.br/ Instagram e Facebook: @almapretajornalismo X/Twitter: @alma_pretaFicha técnicaApresentação: Aymê Brito Vira Casaca: Mariane Barbosa Roteiro: Lucas Veloso Investigação e edição-chefe: Pedro Borges Direção geral e direção de conteúdo: Carol Moreno Gestão multimídia: Vinicius Martins Direção de fotografia e edição: Patrick Silva e Guilherme Franco Montagem e finalização: Glauber Cruz Design: Daniel Pereira Gestão: Victor Oliveira e Amanda Oliveira Coordenação administrativa: Bianca Arcanjo, Carla Pacheco e Regina Silva Cuidado do espaço: Joanita Xavier Diretoria: Elaine Silva, Pedro Borges, Solon Neto e Vinicius Martins

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